Os presentes da divindade

Presentes da dividade

Presentes da divindade!

Os presentes da divindade.
Receber a visita deste grande mensageiro.
O bem-te-vi tem um papel. Ele representa, na ordem da beleza universal, aquele transbordamento de alegria pelo simples fato de ser. Ele saltita tanto, voa tanto, movimenta-se tanto, bate as asas no sol, descansa sobre o tronco esverdeado de musgo: alegre de ser!

E quando a gente pensa que ele está sossegando um pouco, já ele previu outras alegrias e sai correndo. O instinto o leva. E o instinto se alegra em ser instinto e em desdobrar-se. E assim ele proclama o que há de bom no simples fato de viver.

Ele presta – no seu gracioso brado sútil – um grande serviço à Providência: ele lembra a virtude da vigilância. Aquela ufania com que ele proclama “bem-te-vi!” lembra ao homem como é precioso ver tudo. É como se dissesse: “eu seria tolo se não tivesse visto! Eu venci algo em mim ao chegar a ver-te. Bem-te-vi!” É o brado da vitória!

Mas, de outro lado, ele lembra ao homem a virtude da prudência, da sagacidade, da desconfiança. “Eu bem vi!”… Lembra mais ao homem que há um olhar – um olhar infinito! -, que se pousa sobre ele e que quando o homem anda esquecido desse olhar divino, de repente ele ouve uma voz da consciência, que diz: Bem te vi!…” Gratidão Grande espírito criador

Por Sutanashi

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